30.8.06

Primeira costura


Pois é, passei a tarde ontem costurando. Primeiro fiz uma sacolinha para treinar costura reta e até me aventurei a pregar um cordão com acabamento e tudo!!!
Depois fiz a bainha dupla de uma calça jeans que eu amo e estava curta demais. Daí, fiz a bainha desfiada e a original - ficou show!!!! Moderníssima! ahahahah
Vou arrebentar!!!!! hi!hi!hi!hi!hi!
Beijo, beijo.

29.8.06

Novidades

Bem, estou morando no Sul novamente.
Sai do Mega e estou "de férias".
Arrumando tudo na casa nova e vivendo dias felizes de novo com o Rodrigo e a Luna.
Nem acredito que tudo passou... 8 meses quase, credo!
Bem, essa é a máquina de costura da minha vó, que ela me deu.
Pois é, estou aprendendo a costurar. É o máximo! Jamais imaginei que iria gostar, mas estou adorando e achando um desafio.
Vou postar algumas coisas, conforme eu for aprendendo. Pretendo fazer umas coisinhas "legais".
É isso! Beijo, beijo.

De volta

Nossa, após mais de 2 meses sem postar nada, estou de volta ao meu blog querido!
Agora tudo está mais calmo poderei me dedicar novamente a escrever, que eu tanto adoro.
É isso, estou de volta!!
Beijo, beijo.

18.6.06

Brasil 2 X 0 Austrália

Hoje teve jogo do Brasil de novo!
Como o primeiro jogo, hoje também foi sofrido, sem muita criatividade e cheio de sustos.
Ronaldinho apagadinho, pisando - literalmente - na bola. Ronaldo chutando no vazio. Kaká sem o brilho de antes... Bom jogo para o Cafu, cheio de recordes, mostrar que ainda tem gás e que os menos famosos podem brilhar. Adriano fez o primeiro gol - sabia que teria um gol dele! Claro, pro Adriano Junior! E o segundo foi do "desconhecido" Fred. Confesso quando ele entrou cheguei a perguntar de onde tinha surgido. Cheio de "instruções" do Parreira, aos 45 minutos do segundo tempo lançou na rede a bolinha para felcidade do país.
2 x 0.
Melhor que foi contra a Croácia! Pelo menos o Junior acertou no bolão.
Enfim, que o forte esquema defensivo dos nossos adversários tenha ensinado os nossos jogadores para os próximos jogos.
- Brasil, que o show seja mais bonito!!!!!

17.6.06

Bussunda

Morreu hoje Bussunda, em Parsdorf, na Alemanha.
Senti muito em saber que o Bussunda havia morrido.
Apesar dele ser Flamenguista, vi que gostava muito dele.
Não tinha muita paciência de ver o programa Casseta e Planeta, mas quando via dava boas gargalhadas. Ele na sátira da abertura de Belíssima era demais. E sempre quando vejo o Ronaldo - o Fenômeno, não consigo não lembrar do Bussunda.
Um cara com um humor ímpar, estava sempre sorrindo, cronista social, simples, tinha asma, não usava cueca - dizia que criava o bicho solto (rs), gostava de Luis Fernando Veríssimo, de Adriana Calcanhoto, Marcelo D2, Os Normais... era um piadista 24hs, especial.
Na última semana acompanhei um delivery para a Conspiração Filmes, do filme A Taça do Mundo é Nossa e nem imaginava que isso poderia acontecer.
Realmente uma perda lastimável!

13.6.06

1 X 0

... começou o sofrimento...
MAS É DIA DE SANTO ANTONIO!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Brasil X Croácia

Hoje tem jogo do Brasil!!!
- Brasil e Croácia -
A cidade do Rio de Janeiro está o máximo... várias pessoas na rua vestidas com camisas do Brasil, prédios com bandeiras penduras, carros com bandeiras nas janelas, táxi decorados, cornetas, enfim, tudo pronto para a hora do show!
Vai ser às 16hs, horário de Brasília.
Ai meu Deus, estou cheia de borboletas na barriga!!!!
Rumo ao HEXA!!!!



11.6.06

Dia dos Namorados

O Amor

Amar: Fechei os olhos para não te ver
e a minha boca para não dizer...
E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei,
e da minha boca fechada nasceram sussurros
e palavras mudas que te dediquei...

O amor é quando a gente mora um no outro.

Autor: Mário Quintana

9.6.06

World Cup Germany 2006

Começou a Copa do Mundo 2006!!!
Eu amo muito!

Uma mistura de classes e culturas, que alegria, um nervoso, ansiedade...
Um mix de sensações sentidas de uma vez só!
Adoro, adoro, adoro!
Beijo, beijo.

6.6.06

Casa feita de sonho

A casa feita de sonho

Leve como uma pluma,

Alta como uma torre,

Quente como um ninho

E doce como o mel.

Assim imaginei

desde pequeno

a minha casa...

Mais tarde, quando me encontrei só no

mundo, como não tinha dinheiro, resolvi

construí-la com as próprias mãos. Fiz primeiro a

minha casa de papel, que é um material barato.

E assim que ficou pronta, vieram todos os

ventos da Terra e levaram a minha casa de

papel, leve como uma pluma...

Fiquei sem casa, mas não desisti. E fiz a

Minha casa à beira-mar, com areia da praia, que

É um material barato.

Mal estava pronta, vieram todas as marés do

mundo e levaram a minha casa de areia, alta

como uma torre...

Tive vontade de desistir,

mas eu precisava de uma casa, e sobretudo

não podia abandonar o meu sonho.

E resolvi fazer a minha casa de madeira, que

é um material barato. Cortei-a dos bosques,

com as próprias mãos! Ficou linda!... Escondida

entre a folhagem...

Mas ainda mal a tinha acabado, vieram todos

os fogos do céu e queimaram a minha casa de

madeira, quente como um ninho...

Chorei sobre as cinzas, como se chora uma

pessoa querida que morreu.

Mas, mesmo assim, não desisti. E resolvi fazer

a minha casa de açúcar...

Mas o açúcar não é um material barato! Não é.

Mas eu precisava

de uma casa,

e sobretudo não podia

abandonar o meu sonho...

Trabalhei, lutei,

passei fome,

para juntar

o açúcar suficiente...

E quando a minha casa estava pronta - eram

de açúcar as paredes, o chão, o teto, os móveis,

as portas e as janelas - vieram todos os

bichos da Terra e devoraram a minha casa de

açúcar, doce como o mel...

Fiquei sem casa. E desisti de construí-la

com as próprias mãos...

Perguntaram-me onde moro... Onde moro eu?

Sei lá!... Vou pelo mundo, aqui, além, no

Bosque, à beira-mar... Perguntam-me se não

tenho casa... Tenho, sim! Eu podia lá

abandonar o meu sonho!...

Resolvi imaginá-la. Num lugar onde não

chega o vento, nem o mar, nem o fogo, nem os

bichos da Terra.

Fiz a minha casa com o meu próprio sonho.

Ficou linda!

Leve como uma pluma, alta como uma torre,

Quente como um ninho e doce como o mel...


QUERIA TANTO QUE MINHA CASINHA TIVESSE ALÇA PRA EU LEVAR PARA ONDE EU FOSSE...

Fonte: Ricardo e Eliana

26.5.06

18.5.06

Como uma onda

Agora me lembrei dessa música e prestando atenção na letra a gente percebe q é a mais pura verdade! Beijo Beijo!

Como uma onda
(Lulu Santos)

Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará
A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu a um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo
Não adianta fugir
Nem mentir pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar

12.5.06

O café do próximo


Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades, o hábito de pagar o
café do próximo é quase uma parábola.
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do "café pendente".
Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e,
quando vem a conta, paga dois, explicando pra garçonete:
"Pago o meu e deixo um pendente". Inaugurou-se assim o costume de se deixar pagos
dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino,
adotou esse esquema, rebatizando-o de "café do próximo". Colocou um quadro-negro na
entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram
pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê
ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando
voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza
para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão
desinteressados no bem-estar social, esta história me pareceu quase uma parábola.
Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática
o tal "fazer o bem sem olhar a quem". Claro que é apenas um charme que a livraria
oferece, sem pretensões de mudar o mundo, mas eu fico pensando que este tipo de
mentalidade poderia ser mais propagada entre nós. Imagine se a moda pega em açougues,
mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente.
Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema
e, em vez de comprar uma entrada, compra duas. Em todos os estabelecimentos
comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao
próximo. Não soluciona nada, mas é simpático.
Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo
d'água para estes "vagabundos que não trabalham".
Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que "meu
estabelecimento vai ficar cheio de mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa
idéia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de
segurança é tanta, a desordem é tanta, e a malandragem nem se fala. Melhor deixar o
"café do próximo" como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma
coisa não tenho dúvida: este exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser
ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de
blablablá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo,
ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta.
Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são
os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e
estabelece novas formas de convívio social, com idéias simples, mas operacionais,
ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.

Fonte: Martha Medeiros

8.5.06

Acreditar e Agir

Acreditar e Agir.

Um viajante ia caminhando em solo distante, as margens de um grande lago de águas cristalinas. Seu destino era a outra margem.
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem coberto de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. Logo seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pode observar que se tratava de duas palavras, num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro AGIR.
Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remando com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino, a outra margem.
Então o barqueiro disse ao viajante:
- Esse porto se chama autoconfiança. Simultaneamente é preciso ACREDITAR e também AGIR para que possamos alcançá-la!

Autor: Desconhecido

3.5.06

Dúvidas

Quem espera que a vida seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer
É PRECISO SABER VIVER
Toda pedra no caminho
Você pode retirar
Uma flor que tem espinho
Você pode se arranhar
Se o bem e mal existem
Você pode escolher
É PRECISO SABER VIVER!!!

2.5.06

Palavras ao vento

Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso.
Algum tempo depois, descobriram que era inocente. O rapaz foi solto, após muito sofrimento e humilhação, ele processou o homem.
No tribunal, o homem disse ao juiz: - Comentários não causam tanto mal...
E o juiz respondeu: - Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel. Depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença!
O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse: - Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
- Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!
Ao que o juiz respondeu: -Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado.

Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!
"Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras".

Fonte: Autor desconhecido - extraído de http://simplesmenteloly.blogspot.com

28.4.06

Anjinhos!

Hoje as estrelas estarão brilhando mais intensamente...
Os bebês da Dani e do André nasceram!!!
Eduardo e Filipe.
Eu estarei entre os muitos amigos que farão eles se sentirem
os anjinhos mais amados e felizes do nosso planeta!
Parabéns amiga!!!!

Frase do Dia

"A paciência é amarga, mas seus frutos são doces."
Jean-Jacques Rosseau
Fonte: Dalvinha

27.4.06

Música Brasileira II

Música boa é bom de ouvir. E Marisa Monte é bom pros ouvidos. ...alivia, acompanha, acalma, alegra ... Marisa Monte... MM... MB... Música Brasileira!
E ouvindo as letras me fez lembrar de um monte de momentos, pensar nas situações da vida.
Música é tudo de bom

Pelo Tempo Que Durar

Composição: Adriana Calcanhotto, Marisa Monte

Nada vai permanecer
No estado em que está

Eu só penso em ver você
Eu só quero te encontrar

Geleiras vão derreter
Estrelas vão se apagar

E eu pensando em ter você
Pelo tempo que durar

Coisas vão se transformar
Para desaparecer

E eu pensando em ficar
A vida a te transcorrer

E eu pensando em passar
Pela vida com você