28.5.07

Curiosidades Cariocas

Li no site da Revista Ícaro e achei interessante compartilhar as que eu mais gostei e concordo!!!

Quem viaja sempre ao Rio de Janeiro pode conhecer bem a cidade, mas nem sempre domina as chamadas carioquices.

O jornalista Lula Branco Martins publicou em O Globo 40 curiosidades, das quais Ícaro destaca dez. Ao final da leitura, certamente se terá descoberto algo.

[colarinho correto do chope]

A bebida preferida dos cariocas tem colarinho grande, de que paulista não costuma gostar. A justificativa é técnica, diz o mestre cervejeiro da Ambev Daniel Daumann: a espuma de três dedos em uma tulipa de 250 mililitros protege o líquido do meio externo, evita o desprendimento do gás carbônico e retarda o processo de oxidação, ajudando a manter a temperatura ideal.

[sonho de uma noite de verão]

Se o seu sonho é hospedar-se uma noite no Copacabana Palace e não tem R$ 5.300 para ficar em uma suíte em frente ao mar no sexto andar, por exemplo, pode candidatar-se a uma de fundos, do 1º ao 4º andar, de onde não se vê a piscina nem a praia, mas você vai pagar só R$ 840 por dia. Av. Atlântica, 1.702 – Copacabana. (21) 2548-7070.

[traje impróprio]

Não é porque se está em uma cidade praiana que se pode entrar de bermuda em qualquer lugar. O Teatro Municipal, por exemplo, não tolera bermuda em nenhum tipo de espetáculo, mesmo de teatro infantil durante o dia.

[pra comer na praia]

Muito vendido nos cruzamentos congestionados e em todas as praias da cidade, o biscoito de polvilho salgado é o preferido, vendendo 70% contra apenas 30% da versão doce. Os donos da Panificação Mandarino, que fabrica o produto há anos, não vêem uma explicação, mas atribuem ao preço (R$ 2) o sucesso da invenção.

[como nasceram as favelas]

A palavra surgiu no interior da Bahia, embora esse aglomerado habitacional tivesse se tornado conhecido no Rio. Diz a tradição oral que as tropas de Antonio Conselheiro ficaram baseadas numa área de Canudos chamada favela, por causa da abundância de uma planta com esse nome no local. Ao retornarem ao Rio sem ter onde morar, os soldados republicanos se ajeitaram na encosta do Morro da Providência, construindo a primeira das atuais 600 favelas da cidade.

[haja cabrito]

O restaurante mais tradicional da Lapa, especializado em cabrito, o Nova Capela, da Rua Mem de Sá, 96, serve mais de mil cabritos por mês, sendo em média 70 por dia no fim de semana e 20 de segunda a quinta.

[café no bule]

Apesar da predominância do café expresso nos bares e restaurantes, a Lanchonete Santa Cruz, de Copacabana, gaba-se de oferecer o café moído na hora e servido no bule que o ator Mário Lago elegeu como o melhor da cidade. Não fosse assim, a tradição não existiria há 60 anos. E custa apenas R$ 1. (Av. Nossa Senhora de Copacabana, 1.386. (21) 2287-3384 – de segunda a sábado, das 5h30 às 23h30).

[vista privilegiada]

Para ver a cidade de cima não é barato: um passeio de uma hora de helicóptero sobre a Lagoa Rodrigo de Freitas, Maracanã, Sambódromo e Granja Grumari custa R$ 875. Já um vôo rápido sobre a Lagoa, Cristo Redentor, Ipanema e Copacabana, de seis minutos, sai por R$ 150. (Highsight – Parque dos Patins – Av. Borges de Medeiros, s/nº – Lagoa, das 8h30 às 19h. Reservas: (21) 2511-2144).


Beijo, beijo.

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