17.7.07
2.7.07
Outra visita boa de fazer!
Hoje fui na APAE de Maringá!Nossa, adorei!
A Apae, é uma escola de Educação Especial.
Tem várias crianças - de bebês até crianças maiores com 14 anos.
O espaço é ótimo e as crianças parecem super bem tratadas.
Vou quinta-feira novamente, daí tiro umas fotos pra postar aqui.
Quem quiser ajudar com atividades ou doações os dados da Apae é:
Escola Especial Diogo Zuliani
Avenida Laguna, 733
Bairro: Vila Operária
CEP: 87050-260
Telefone: (44) 3227-4128
É isso!
Beijo, beijo.
1.7.07
Visita boa de fazer!
Hoje fomos, com um casal de amigos - que são donos do Canil onde deixamos a Luna durante a viagem - a uma visita ao Asilo São Francisco de Paulo, aqui em Maringá. Eles vão quinzenalmente com os cachorros do Canil.
É uma visita que eles chamam de Atividade e Terapia Assistida por Animais.
Sabemos que os "velhinhos" ficam bem felizes quando alguém vai visitá-los. Aliás, hoje parecia uma festa, pois a RPC (Tv Globo local) fez uma matéria sobre este trabalho deles... mas, na verdade, quem fica mesmo mais feliz somos nós.
É tão bonitinho ver que eles ficam diferentes, mais vaidosos, mais felizes com a nossa presença! Quando eles tocam nos animais então, é muito legal de ver!
Todos deviam reservar uma hora de um sábado ou um domingo para prestar essa solidariedade. Gente, isso é muito pouco! Poder visitar essas pessoas tão sozinhas na vida vale a pena! Esse projeto da Livia e do Luis - Anjos de Patas, é muito legal! Faz muito bem para os internos!
O Sr. Manoel José da Silva (o Sr. que está na foto comigo) é um amor! Dá vontade de carregá-lo pra casa.
Sei que muitos sentem-se tristes com a situação que alguns se encontram, mas vê-los serem bem tratados, com higiene e bons cuidados, deixa a gente contente no final.
Eu estou super feliz hoje.
Eu sou uma voluntária e você?
Para ajudar com doações ou visitas:
ASILO SAO VICENTE DE PAULO
Avenida Alziro Zarur - Jardim Sao Jorge.
CEP: 87080-590 - Maringa - PR.
Fone: (44) 3265-3443
Beijo, beijo
30.6.07
Frioooooooooooooo
Fomos agora à noite dar uma volta para ver se achavamos alguma festa junina pela cidade. Infelizmente, não achamos. Uma pena! Estavamos sentindo cheiro de fogueira e deu uma vontade de comer salsichão na brasa!!! hummm!Acabamos parando no Cupim Mania, depois de tentar uma mesa, sem sucesso, no Mexicano do Centro.
Mas, foi bom! Só estava frio demais...
E quem diria que na semana anterior, estavamos de short, passeando na Rua das Pedras, em Búzios, hein!
Ô vidinha boa!!!
É isso! Beijo, beijo.
29.6.07
Uhuuuuu

Nem posso reclamar, mas posso vibrar por hj já ser sexta-feira...
Sei q estou super fresquinha após os dias de férias, mas a maratona desta semana foi dura.
Faxina na casa. Banho na Luna. Lavar o carro. Lavar uns 35kg de roupas sujas. Compras no Super. Cozinhar. Enfim, a volta a realidade, né!
É dura a vida, mas é muito boa!
E eu só tenho a agradecer.
Saúde é tudo!
Que Deus continue nos abençoanda sempre assim!
Bom findi à todos.
Beijo, beijo.
28.6.07
Noite em São Paulo!
Chegamos em São Paulo depois das 20hs. Foi ótimo ter feito essa paradinha de uma noite... a viagem é dura demais quando a gente faz direto.E ver O Marcinho, a Maisa e o Joca foi demais!
Que saudade, nossa!
Fomos no Rabo de Gato comer uma picanha e uns pastéis, mas o mais delicioso foi o chopp.
Que delícia! Ultra cremoso! Adoro!
É isso!
Beijo, beijo.
27.6.07
Férias em Búzios!
Bem, conforme o prometido, ai vai mais uma montagem de fotos da viagem ao Rio.
Essa ai é de Búzios.
Ô lugarzinho maravilhoso de lindo!
A Verinha e o Marcial com certeza voltarão, pois amaram muito as praias e toda a tranquilidade que a cidade oferece!
E nós tb!!
Que bom que decidimos ir com eles!
Agora é economizar grana para irmos visitá-los em Portugal e que eles ganhem na Euromilhões para virem novamente com a família toda, direto pra Búzios!!!!!!!
Beijo, beijo.
Essa ai é de Búzios.
Ô lugarzinho maravilhoso de lindo!
A Verinha e o Marcial com certeza voltarão, pois amaram muito as praias e toda a tranquilidade que a cidade oferece!
E nós tb!!
Que bom que decidimos ir com eles!
Agora é economizar grana para irmos visitá-los em Portugal e que eles ganhem na Euromilhões para virem novamente com a família toda, direto pra Búzios!!!!!!!
Beijo, beijo.
26.6.07
25.6.07
Férias de uma carioca no Rio!
Nossa, viajar é bom demais!Amei essa viagem ao Rio!
Amei poder ter curtido a minha família do Rio e de Portugal!
Amei ter tido a oportunidade de ir a Miguel Pereira e a Búzios!
Foi realmente ma-ra-vi-lho-so!
Amei! Amei! Amei!
Ver minha vó e ter podido ficar um pouquinho com ela foi muito bom. Ela, apesar de tudo, está fofa e espero que permaneça com muita saúde.
Enfim, o Rio continua lindo e tenho esperanças que melhore um dia e volte a ser como antes.
Um beijo galera.
Vou esta semana encher aqui de fotos da minha viagem para vocês perderem o medo do Rio e irem lá visitar tb.
Afinal, fiquei 15 dias lá e não fui assaltada, não vi nenhum assalto, nenhum tireoteiro e nem balas perdidas.
Só coisas boas!
Pena que acabou e que não consegui ver meus amigos, mas tudo bem, fica pra próxima vez.
Beijo, beijo.
30.5.07
...somos loucos por cachorros...
Olhem ti fofa a minha "sobrinha" Laika!
De vestidinho rosa para aquecer o frio carioca.
Brava e lindinha demais.
Cachorro é tudo de bom!
De vestidinho rosa para aquecer o frio carioca.
Brava e lindinha demais.
Cachorro é tudo de bom!
28.5.07
Curiosidades Cariocas
Li no site da Revista Ícaro e achei interessante compartilhar as que eu mais gostei e concordo!!!
Quem viaja sempre ao Rio de Janeiro pode conhecer bem a cidade, mas nem sempre domina as chamadas carioquices.
O jornalista Lula Branco Martins publicou em O Globo 40 curiosidades, das quais Ícaro destaca dez. Ao final da leitura, certamente se terá descoberto algo.
[colarinho correto do chope]
A bebida preferida dos cariocas tem colarinho grande, de que paulista não costuma gostar. A justificativa é técnica, diz o mestre cervejeiro da Ambev Daniel Daumann: a espuma de três dedos em uma tulipa de 250 mililitros protege o líquido do meio externo, evita o desprendimento do gás carbônico e retarda o processo de oxidação, ajudando a manter a temperatura ideal.
[sonho de uma noite de verão]
Se o seu sonho é hospedar-se uma noite no Copacabana Palace e não tem R$ 5.300 para ficar em uma suíte em frente ao mar no sexto andar, por exemplo, pode candidatar-se a uma de fundos, do 1º ao 4º andar, de onde não se vê a piscina nem a praia, mas você vai pagar só R$ 840 por dia. Av. Atlântica, 1.702 – Copacabana. (21) 2548-7070.
[traje impróprio]
Não é porque se está em uma cidade praiana que se pode entrar de bermuda em qualquer lugar. O Teatro Municipal, por exemplo, não tolera bermuda em nenhum tipo de espetáculo, mesmo de teatro infantil durante o dia.
[pra comer na praia]
Muito vendido nos cruzamentos congestionados e em todas as praias da cidade, o biscoito de polvilho salgado é o preferido, vendendo 70% contra apenas 30% da versão doce. Os donos da Panificação Mandarino, que fabrica o produto há anos, não vêem uma explicação, mas atribuem ao preço (R$ 2) o sucesso da invenção.
[como nasceram as favelas]
A palavra surgiu no interior da Bahia, embora esse aglomerado habitacional tivesse se tornado conhecido no Rio. Diz a tradição oral que as tropas de Antonio Conselheiro ficaram baseadas numa área de Canudos chamada favela, por causa da abundância de uma planta com esse nome no local. Ao retornarem ao Rio sem ter onde morar, os soldados republicanos se ajeitaram na encosta do Morro da Providência, construindo a primeira das atuais 600 favelas da cidade.
[haja cabrito]
O restaurante mais tradicional da Lapa, especializado em cabrito, o Nova Capela, da Rua Mem de Sá, 96, serve mais de mil cabritos por mês, sendo em média 70 por dia no fim de semana e 20 de segunda a quinta.
[café no bule]
Apesar da predominância do café expresso nos bares e restaurantes, a Lanchonete Santa Cruz, de Copacabana, gaba-se de oferecer o café moído na hora e servido no bule que o ator Mário Lago elegeu como o melhor da cidade. Não fosse assim, a tradição não existiria há 60 anos. E custa apenas R$ 1. (Av. Nossa Senhora de Copacabana, 1.386. (21) 2287-3384 – de segunda a sábado, das 5h30 às 23h30).
[vista privilegiada]
Para ver a cidade de cima não é barato: um passeio de uma hora de helicóptero sobre a Lagoa Rodrigo de Freitas, Maracanã, Sambódromo e Granja Grumari custa R$ 875. Já um vôo rápido sobre a Lagoa, Cristo Redentor, Ipanema e Copacabana, de seis minutos, sai por R$ 150. (Highsight – Parque dos Patins – Av. Borges de Medeiros, s/nº – Lagoa, das 8h30 às 19h. Reservas: (21) 2511-2144).
Beijo, beijo.
Quem viaja sempre ao Rio de Janeiro pode conhecer bem a cidade, mas nem sempre domina as chamadas carioquices.
O jornalista Lula Branco Martins publicou em O Globo 40 curiosidades, das quais Ícaro destaca dez. Ao final da leitura, certamente se terá descoberto algo.
[colarinho correto do chope]
A bebida preferida dos cariocas tem colarinho grande, de que paulista não costuma gostar. A justificativa é técnica, diz o mestre cervejeiro da Ambev Daniel Daumann: a espuma de três dedos em uma tulipa de 250 mililitros protege o líquido do meio externo, evita o desprendimento do gás carbônico e retarda o processo de oxidação, ajudando a manter a temperatura ideal.
[sonho de uma noite de verão]
Se o seu sonho é hospedar-se uma noite no Copacabana Palace e não tem R$ 5.300 para ficar em uma suíte em frente ao mar no sexto andar, por exemplo, pode candidatar-se a uma de fundos, do 1º ao 4º andar, de onde não se vê a piscina nem a praia, mas você vai pagar só R$ 840 por dia. Av. Atlântica, 1.702 – Copacabana. (21) 2548-7070.
[traje impróprio]
Não é porque se está em uma cidade praiana que se pode entrar de bermuda em qualquer lugar. O Teatro Municipal, por exemplo, não tolera bermuda em nenhum tipo de espetáculo, mesmo de teatro infantil durante o dia.
[pra comer na praia]
Muito vendido nos cruzamentos congestionados e em todas as praias da cidade, o biscoito de polvilho salgado é o preferido, vendendo 70% contra apenas 30% da versão doce. Os donos da Panificação Mandarino, que fabrica o produto há anos, não vêem uma explicação, mas atribuem ao preço (R$ 2) o sucesso da invenção.
[como nasceram as favelas]
A palavra surgiu no interior da Bahia, embora esse aglomerado habitacional tivesse se tornado conhecido no Rio. Diz a tradição oral que as tropas de Antonio Conselheiro ficaram baseadas numa área de Canudos chamada favela, por causa da abundância de uma planta com esse nome no local. Ao retornarem ao Rio sem ter onde morar, os soldados republicanos se ajeitaram na encosta do Morro da Providência, construindo a primeira das atuais 600 favelas da cidade.
[haja cabrito]
O restaurante mais tradicional da Lapa, especializado em cabrito, o Nova Capela, da Rua Mem de Sá, 96, serve mais de mil cabritos por mês, sendo em média 70 por dia no fim de semana e 20 de segunda a quinta.
[café no bule]
Apesar da predominância do café expresso nos bares e restaurantes, a Lanchonete Santa Cruz, de Copacabana, gaba-se de oferecer o café moído na hora e servido no bule que o ator Mário Lago elegeu como o melhor da cidade. Não fosse assim, a tradição não existiria há 60 anos. E custa apenas R$ 1. (Av. Nossa Senhora de Copacabana, 1.386. (21) 2287-3384 – de segunda a sábado, das 5h30 às 23h30).
[vista privilegiada]
Para ver a cidade de cima não é barato: um passeio de uma hora de helicóptero sobre a Lagoa Rodrigo de Freitas, Maracanã, Sambódromo e Granja Grumari custa R$ 875. Já um vôo rápido sobre a Lagoa, Cristo Redentor, Ipanema e Copacabana, de seis minutos, sai por R$ 150. (Highsight – Parque dos Patins – Av. Borges de Medeiros, s/nº – Lagoa, das 8h30 às 19h. Reservas: (21) 2511-2144).
Beijo, beijo.
25.5.07
Não deixem de ter fome, não deixem de ser tolos..
Sabe aquela revista de bordo da Varig? A Ícaro. Pois é, eu li uma reportagem nela sobre o Steve Jobs, da Apple e achei muito legal. Aliás, como uma fã louca de Mac, sou fã do Steve e agora mais ainda sabendo dessas 3 histórias dele.
Leiam também:
Steve Jobs, fundador da Apple, paraninfo dos alunos da universidade norte-americana de Stanford, no Vale do Silício, fala aos formandos sobre a vida e o trabalho, num texto cheio de sensibilidade que correu o mundo pela internet.
Estou honrado de estar com vocês em sua formatura, numa das melhores universidades do mundo.
Não me formei. No dia de hoje me encontro o mais perto que já cheguei de uma formatura universitária. Quero contar três histórias da minha vida. É isso. Nada mais que isso. Apenas três histórias.
A primeira é sobre saber juntar os pontos.
Desisti do Reed College depois de seis meses, mas continuei por ali mais 18 meses antes de realmente largar os cursos. Por que caí fora?
Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária, solteira. Ela decidiu que eu seria adotado por gente formada na universidade. Assim, tudo estava certo para que eu fosse adotado por um advogado e sua mulher. Só que, quando cheguei, eles decidiram que queriam mesmo uma menina. Meus pais, que estavam numa lista de espera, receberam um telefonema no meio da noite, indagando: “Temos um menino, querem ficar com ele?”. “Claro que sim”, responderam. Minha mãe biológica descobriu mais tarde que minha mãe adotiva nunca se formou e que meu pai nem tinha completado o segundo grau. Ela se recusou a assinar os documentos finais da adoção. Só cedeu quando meus pais prometeram que, um dia, eu iria para a universidade.
Leiam também:
Steve Jobs, fundador da Apple, paraninfo dos alunos da universidade norte-americana de Stanford, no Vale do Silício, fala aos formandos sobre a vida e o trabalho, num texto cheio de sensibilidade que correu o mundo pela internet.Estou honrado de estar com vocês em sua formatura, numa das melhores universidades do mundo.
Não me formei. No dia de hoje me encontro o mais perto que já cheguei de uma formatura universitária. Quero contar três histórias da minha vida. É isso. Nada mais que isso. Apenas três histórias.
A primeira é sobre saber juntar os pontos.
Desisti do Reed College depois de seis meses, mas continuei por ali mais 18 meses antes de realmente largar os cursos. Por que caí fora?
Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária, solteira. Ela decidiu que eu seria adotado por gente formada na universidade. Assim, tudo estava certo para que eu fosse adotado por um advogado e sua mulher. Só que, quando cheguei, eles decidiram que queriam mesmo uma menina. Meus pais, que estavam numa lista de espera, receberam um telefonema no meio da noite, indagando: “Temos um menino, querem ficar com ele?”. “Claro que sim”, responderam. Minha mãe biológica descobriu mais tarde que minha mãe adotiva nunca se formou e que meu pai nem tinha completado o segundo grau. Ela se recusou a assinar os documentos finais da adoção. Só cedeu quando meus pais prometeram que, um dia, eu iria para a universidade.
Dezessete anos depois, fui para a universidade. Ingenuamente, escolhi uma escola quase tão cara quanto Stanford, e todas as economias do trabalho dos meus pais estavam sendo consumidas para pagar meu curso. Após seis meses, achei que aquilo não valia a pena. Não tinha idéia do que desejava fazer nem como a universidade me ajudaria a descobrir meu caminho. Decidi abandonar a escola e confiar que tudo ficaria OK. Na época, tive muito medo. Olhando para trás, foi uma das melhores decisões que já tomei. No minuto em que desisti, pude parar com as aulas programadas, que não me interessavam, e comecei a freqüentar como ouvinte as que me pareciam interessantes.
Não era nada romântico. Não tinha nem um quarto, dormia no chão do alojamento de amigos. Recolhia e vendia latas de Coca-Cola a 5 centavos cada, para comprar comida. Nas noites de domingo, caminhava 7 milhas para conseguir uma boa refeição em um templo hare krishna. Eu amava isso. Seguindo minha curiosidade e intuição, descobri algumas coisas que se mostraram valiosas mais tarde. Um exemplo: o melhor curso de caligrafia era na Reed School. Como não precisava mais freqüentar as aulas regulares, fiz o curso, aprendi sobre serifas, espaçamentos, combinações de letras, tipografia. Era lindo, histórico, artisticamente sutil, de um jeito que a ciência não consegue capturar. Achei fascinante.
Não imaginava nenhuma aplicação prática disso, mas dez anos depois, quando projetava o primeiro Macintosh, tudo voltou à minha mente. Foi o primeiro computador com uma linda tipografia. E como o Windows copiou o Mac, é possível que nenhum computador tivesse essa tipografia. Se eu não tivesse largado o curso regular, o Mac não teria múltiplos tipos e fontes com espaços tão bem-proporcionados. Não era possível antever essa aplicação quando eu estava na escola, mas em dez anos tudo parecia claro. Vocês nunca conseguem unir os pontos para o futuro, só olhando para trás. Portanto, é preciso acreditar que os pontos ligados vão conectar você com o futuro, que a sua intuição vá dar em algo no futuro. É preciso confiar em alguma coisa: coragem, destino, vida, carma, qualquer coisa.
Não era nada romântico. Não tinha nem um quarto, dormia no chão do alojamento de amigos. Recolhia e vendia latas de Coca-Cola a 5 centavos cada, para comprar comida. Nas noites de domingo, caminhava 7 milhas para conseguir uma boa refeição em um templo hare krishna. Eu amava isso. Seguindo minha curiosidade e intuição, descobri algumas coisas que se mostraram valiosas mais tarde. Um exemplo: o melhor curso de caligrafia era na Reed School. Como não precisava mais freqüentar as aulas regulares, fiz o curso, aprendi sobre serifas, espaçamentos, combinações de letras, tipografia. Era lindo, histórico, artisticamente sutil, de um jeito que a ciência não consegue capturar. Achei fascinante.
Não imaginava nenhuma aplicação prática disso, mas dez anos depois, quando projetava o primeiro Macintosh, tudo voltou à minha mente. Foi o primeiro computador com uma linda tipografia. E como o Windows copiou o Mac, é possível que nenhum computador tivesse essa tipografia. Se eu não tivesse largado o curso regular, o Mac não teria múltiplos tipos e fontes com espaços tão bem-proporcionados. Não era possível antever essa aplicação quando eu estava na escola, mas em dez anos tudo parecia claro. Vocês nunca conseguem unir os pontos para o futuro, só olhando para trás. Portanto, é preciso acreditar que os pontos ligados vão conectar você com o futuro, que a sua intuição vá dar em algo no futuro. É preciso confiar em alguma coisa: coragem, destino, vida, carma, qualquer coisa.
Minha segunda história diz respeito a amor e perda.
Tive sorte, descobri cedo o que queria fazer. Meu sócio Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais, quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos firme e, em dez anos, tínhamos uma empresa de 2 bilhões de dólares e 4 mil empregados. Havíamos lançado a nossa melhor criação, o Macintosh, um ano antes, e eu acabara de completar 30 anos. Então fui despedido. Como você pode ser despedido de uma empresa que você mesmo criou? Com o crescimento da Apple, nós contratamos alguém que acreditei ser talentoso para tocar a empresa comigo, e no primeiro ano tudo correu bem. Mas as nossas visões de futuro começaram a divergir e nós rompemos. O conselho diretor ficou com ele. Eu tinha 30 anos e estava fora, com toda a imprensa divulgando o fato. O que tinha sido o foco de toda a minha vida de adulto acabara. Foi devastador. Por alguns meses, não sabia o que fazer. Mas ainda amava o que fazia. Tinha sido rejeitado, mas ainda tinha amor. Decidi começar de novo.
Ser despedido da Apple foi a melhor coisa que me aconteceu, embora eu não soubesse disso na época. O peso de ser bem-sucedido foi substituído pela leveza de ser um principiante de novo. Fiquei livre para entrar num dos períodos mais criativos da minha vida.
Nos cinco anos seguintes, comecei a NeXT, a Pixar e me apaixonei pela minha mulher, Laurene, com quem me casaria e constituiria uma linda família. A Pixar criou o primeiro desenho animado por computador, Toy Story. É o estúdio de animação de maior sucesso no mundo.
A Apple comprou a NeXT, e eu voltei para lá. A NeXT é responsável pelo atual renascimento da Apple, que não teria acontecido se eu não tivesse sido despedido.
O gosto do remédio foi horrível, mas o paciente precisava dele. Às vezes, a vida dá uma tijolada na cabeça da gente. Não percam a fé. O que me fez prosseguir foi amar o que eu fazia. Se vocês não descobriram ainda qual o trabalho que amam fazer, procurem. Não relaxem. Vocês vão saber quando o encontrarem, como acontece com as coisas do coração.
A terceira história é sobre a morte.
Quando tinha 17 anos, li uma frase assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia você estará certo”. Nos últimos 33 anos, olhava para o espelho toda manhã, perguntando a mim mesmo: “Se hoje fosse o último dia de minha vida, gostaria de fazer o que farei hoje?”. Sempre que a resposta era “não” por alguns dias seguidos, sabia que precisava mudar algo. Porque quase tudo – expectativas externas, orgulho, medo do fracasso – desaparece em face da morte, ficando apenas o que é realmente importante.
Lembrar da morte é o melhor meio de evitar a armadilha de que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.
Um ano atrás, fui diagnosticado com câncer. Tinha um exame às 7 e meia da manhã, que revelou um tumor no pâncreas. E eu nem sabia o que era o pâncreas. Os doutores me disseram ser quase certo que se tratava de um tipo de câncer incurável e que eu só viveria de três a seis meses mais. O médico disse para eu ir para casa e pôr minhas coisas em ordem, ou seja, preparar-me para morrer. Isso significava que eu teria de conversar com as crianças, em poucos meses, tudo o que eu pretendia dizer nos dez anos seguintes. Vivi o dia inteiro com esse diagnóstico. No fim da tarde, fiz uma biópsia, que acabou por indicar um tipo raro e curável de tumor. Fiz uma cirurgia que deu certo e agora estou bem.
Ninguém quer morrer. Mesmo quem quer ir para o céu não quer morrer para chegar lá. No entanto, a morte é o destino comum a todos nós. Ninguém escapa dela. Assim deve ser, já que a Morte é a melhor invenção da Vida. É o agente de mudança da Vida. Elimina o velho para abrir caminho ao novo. Hoje o novo são vocês, mas, num dia não muito distante, vocês vão se tornar gradualmente velhos e também serão eliminados. Desculpe a dramaticidade, mas é verdade.
Seu tempo é limitado, portanto não o desperdicem vivendo a vida de outra pessoa. Não deixem o ruído da opinião de outras pessoas sufocar sua voz interior. E, mais importante, tenham a coragem de seguir sua intuição e seu coração.
Seu tempo é limitado, portanto não o desperdicem vivendo a vida de outra pessoa. Não deixem o ruído da opinião de outras pessoas sufocar sua voz interior. E, mais importante, tenham a coragem de seguir sua intuição e seu coração.
Quando eu era jovem, havia uma publicação interessante chamada O Catálogo de Toda a Terra, uma das bíblias da minha geração.
Na última capa da sua edição final, em meados de 1970, havia a fotografia de uma estrada do interior, tirada de manhã cedo. Sob a foto, as palavras: “Não deixem de ter fome. Não deixem de ser tolos”.
Sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês, agora formados, começam uma vida nova, é o que lhes desejo:
“Não deixem de ter fome. Não deixem de ser tolos.”
Tive sorte, descobri cedo o que queria fazer. Meu sócio Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais, quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos firme e, em dez anos, tínhamos uma empresa de 2 bilhões de dólares e 4 mil empregados. Havíamos lançado a nossa melhor criação, o Macintosh, um ano antes, e eu acabara de completar 30 anos. Então fui despedido. Como você pode ser despedido de uma empresa que você mesmo criou? Com o crescimento da Apple, nós contratamos alguém que acreditei ser talentoso para tocar a empresa comigo, e no primeiro ano tudo correu bem. Mas as nossas visões de futuro começaram a divergir e nós rompemos. O conselho diretor ficou com ele. Eu tinha 30 anos e estava fora, com toda a imprensa divulgando o fato. O que tinha sido o foco de toda a minha vida de adulto acabara. Foi devastador. Por alguns meses, não sabia o que fazer. Mas ainda amava o que fazia. Tinha sido rejeitado, mas ainda tinha amor. Decidi começar de novo.
Ser despedido da Apple foi a melhor coisa que me aconteceu, embora eu não soubesse disso na época. O peso de ser bem-sucedido foi substituído pela leveza de ser um principiante de novo. Fiquei livre para entrar num dos períodos mais criativos da minha vida.
Nos cinco anos seguintes, comecei a NeXT, a Pixar e me apaixonei pela minha mulher, Laurene, com quem me casaria e constituiria uma linda família. A Pixar criou o primeiro desenho animado por computador, Toy Story. É o estúdio de animação de maior sucesso no mundo.
A Apple comprou a NeXT, e eu voltei para lá. A NeXT é responsável pelo atual renascimento da Apple, que não teria acontecido se eu não tivesse sido despedido.
O gosto do remédio foi horrível, mas o paciente precisava dele. Às vezes, a vida dá uma tijolada na cabeça da gente. Não percam a fé. O que me fez prosseguir foi amar o que eu fazia. Se vocês não descobriram ainda qual o trabalho que amam fazer, procurem. Não relaxem. Vocês vão saber quando o encontrarem, como acontece com as coisas do coração.
A terceira história é sobre a morte.
Quando tinha 17 anos, li uma frase assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia você estará certo”. Nos últimos 33 anos, olhava para o espelho toda manhã, perguntando a mim mesmo: “Se hoje fosse o último dia de minha vida, gostaria de fazer o que farei hoje?”. Sempre que a resposta era “não” por alguns dias seguidos, sabia que precisava mudar algo. Porque quase tudo – expectativas externas, orgulho, medo do fracasso – desaparece em face da morte, ficando apenas o que é realmente importante.
Lembrar da morte é o melhor meio de evitar a armadilha de que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.
Um ano atrás, fui diagnosticado com câncer. Tinha um exame às 7 e meia da manhã, que revelou um tumor no pâncreas. E eu nem sabia o que era o pâncreas. Os doutores me disseram ser quase certo que se tratava de um tipo de câncer incurável e que eu só viveria de três a seis meses mais. O médico disse para eu ir para casa e pôr minhas coisas em ordem, ou seja, preparar-me para morrer. Isso significava que eu teria de conversar com as crianças, em poucos meses, tudo o que eu pretendia dizer nos dez anos seguintes. Vivi o dia inteiro com esse diagnóstico. No fim da tarde, fiz uma biópsia, que acabou por indicar um tipo raro e curável de tumor. Fiz uma cirurgia que deu certo e agora estou bem.
Ninguém quer morrer. Mesmo quem quer ir para o céu não quer morrer para chegar lá. No entanto, a morte é o destino comum a todos nós. Ninguém escapa dela. Assim deve ser, já que a Morte é a melhor invenção da Vida. É o agente de mudança da Vida. Elimina o velho para abrir caminho ao novo. Hoje o novo são vocês, mas, num dia não muito distante, vocês vão se tornar gradualmente velhos e também serão eliminados. Desculpe a dramaticidade, mas é verdade.
Seu tempo é limitado, portanto não o desperdicem vivendo a vida de outra pessoa. Não deixem o ruído da opinião de outras pessoas sufocar sua voz interior. E, mais importante, tenham a coragem de seguir sua intuição e seu coração.
Seu tempo é limitado, portanto não o desperdicem vivendo a vida de outra pessoa. Não deixem o ruído da opinião de outras pessoas sufocar sua voz interior. E, mais importante, tenham a coragem de seguir sua intuição e seu coração.
Quando eu era jovem, havia uma publicação interessante chamada O Catálogo de Toda a Terra, uma das bíblias da minha geração.
Na última capa da sua edição final, em meados de 1970, havia a fotografia de uma estrada do interior, tirada de manhã cedo. Sob a foto, as palavras: “Não deixem de ter fome. Não deixem de ser tolos”.
Sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês, agora formados, começam uma vida nova, é o que lhes desejo:
“Não deixem de ter fome. Não deixem de ser tolos.”
Beijo, beijo.
15.5.07
Salada, fibras, salada!
Preciso destravar meu intestino e só me alimentando bem é que vou conseguir.
Sem falar que cuidar da saúde é sempre muito importante. Fazer exercícios então...
Recomendo!
Tanto a vida saudável quanto a nutricionista.
Acho que sem a ajuda de um profissional seria muito mais difícil. Vale a pena!
Espero conseguir meu objetivo.
Beijo, beijo.
9.5.07
8.5.07
Ajude a proteger os animais de rua!
Tenha a felicidade ao seu lado, adote um cachorro de rua! Conheça Cia do Bicho!
Você pode ajudar os animais e a Cia. do Bicho mesmo sem poder adotar um animal de rua. Há várias coisas que você pode fazer e de que eles precisam. Visite o site www.ciadobicho.com.br e ajude com o que estiver ao seu alcance! Os cachorros e gatos resgatados agradecem!
Comprem camisetas! O frete é grátis! E são super baratinhas!!!
Beijo, beijo;
11.4.07
Roda de Oração
Hoje acordei e após arrumar a cama e tomar meu Nescau, vim ler meus emails. Abri logo este, que recebi da Vera - mãe de uma grande amiga minha. É uma oração que gira no mundo da internet na intenção de propagar dias melhores para todos nós. Para que os seres humanos sejam mesmo humanos, cada vez mais sensibilizados com o próximo e com o futuro do mundo - e claro, com Deus no coração!!!! Vejam a oração:'Peço a Deus que ilumine a todos nós para um caminho de mais Amor e respeito à vida e à natureza. Que a Terra e os homens reencontrem o equilíbrio, com a extinção das guerras; que os homens se conscientizem de que somos todos irmãos, pois somos filhos do mesmo Pai. Senhor, que neste dia nós vos amemos mais e procuremos sempre fazer o Bem.'
Vamos rezar para que a gente tenha a nossa liberdade verdadeira de volta um dia. E que seja em breve!!!! Vai ser tão bom ter um mundo melhor para se viver!!!!!!!!!!!!!!! Beijo, beijo.
7.4.07
Mensagem ao Mar
A garrafa foi atirada ao mar num quente fim de tarde de Verão, algumas horas antes de a chuva ter começado a cair. Como todas as garrafas, era frágil e quebrar-se-ia se deixada cair a alguns metros do chão. Mas quando devidamente selada e atirada, ao mar, como aconteceu com esta, tornava-se num dos objetos mais navegáveis de que o homem tinha conhecimento. Era capaz de flutuar em segurança sob o efeito de furacões e tempestades tropicais e de balouçar-se no topo das mais perigosas e turbulentas marés, Era, de certa maneira, o abrigo ideal para a mensagem que levava dentro, uma mensagem que fora enviada, para cumprir uma promessa. Como o de todas as garrafas deixadas ao capricho dos oceanos, o seu rumo era imprevisível. Os ventos e as correntes exercem uma grande influência na direção de qualquer garrafa; as tempestades e os detritos podem também alterar o seu curso, De vez em quando uma rede de pesca apanha uma garrafa e transporta-a uma dezena de quilômetros na direção oposta à qual ela se dirigia. O resultado é que duas garrafas deitadas ao oceano simultaneamente podem ir parar a um continente de distância uma da outra, ou até a lados opostos do globo. Não existe maneira de prever para onde uma garrafa poderá viajar, e isso faz parte do seu mistério. Este mistério tem intrigado muita gente desde que existem garrafas, e algumas pessoas têm tentado aprender mais sobre o assunto. Em 1929, uma equipe de cientistas alemães decidiu seguir o trajeto de uma determinada garrafa. Foi lançada ao mar no sul do Oceano Índico, com um bilhete lá dentro, pedindo à pessoa que a encontrasse para registrar o local aonde ela chegasse à costa, e para a atirar novamente ao mar. Em 1935 já tinha dado a volta ao mundo e viajado aproximadamente vinte e cinco mil quilômetros, a distância mais longa alguma vez registrada oficialmente. Há séculos que mensagens em garrafas são objeto de crônicas, e algumas incluem nomes dos mais famosos da história. Ben Franklin, por exemplo, utilizou garrafas com mensagens para compilar um estudo básico sobre as correntes da Costa Leste em meados do século XVIII - informação que ainda é utilizada hoje em dia. Mesmo atualmente a marinha norte-americana usa garrafas para obter informações sobre marés e correntes, sendo freqüentemente utilizadas para seguir o curso da direção dos derrames de petróleo. A mensagem mais célebre alguma vez enviada numa garrafa dizia respeito a um jovem marinheiro, Chunosuke Matsuyama, que em 1784 ficou detido num recife de coral, sem comida e água, depois do seu barco ter naufragado. Antes de morrer, gravou o relato do que acontecera num pedaço de madeira e selou a mensagem numa garrafa. Em 1935, 150 anos depois de ter sido posta a flutuar ao mar, chegou à costa na pequena aldeia no Japão onde Matsuyama tinha nascido.Direto do livro lido e assistido... Nicholas Spark, Carta de Amor. A minha mensagem ao CantinhO EspeciaL da CeL é que a história do pão e manteiga está entranhada por aqui, como essa garrafa, em Theresa. Aspas para a história do Pão e da manteiga: "Minha esposa e eu, enquanto estivemos juntos, tinhamos um pequeno segredo, contido numa frase só decodificada para nós... por onde quer que fossemos, sempre que estivéssemos juntos, e algo, de repente, nos separasse, como um poste, pessoa, placa ou qualquer outra coisa, como uma simples viagem, ela ou eu sorríamos e dizíamos - pão e manteiga". O mistério dos desejos humanos - no dia que nos conhecíamos, foi essa a marca que nos imprimimos devido a uma fatalidade - seríamos tal e qual "pão e manteiga". Quando meu amor morreu, suas últimas palavras foram: Querido, lembra, pão e manteiga. É por pouco tempo..."
Bem, isso me sustenta agora. Me faria praticar jogging. Sei que a manteiga não vive sem o pão. Então, daqui um pouco, mais um passo... e eu vou estar junto novamente. Com meu Pão. Porque a manteiga derretida aqui sou eu.
*Colabora;ção: Blog Oceano de Dentro, Mar de Mim.
6.4.07
estar de volta
Nossa, que mix de sentimentos!Ao mesmo tempo que é bom estar de volta ao lar e saber que a vida vai seguir, a luta diária e os prazeres do dia-a-dia continuarão, eu sinto um vazio de perdida por tentar me ambientar novamente na minha própria casa.
Agora no meu computador, navegando na net, pensando em milhões de coisinhas da vida, fuçando ali e lá reencontrei um blog muito legal que eu sempre gostei de ler*. Aliás, eu adoro navegar nos blogs na net.
Li isso aqui e gostei:
"Um minuto de estrondo à idade reencontrada. As taças para o brinde, porque hoje sou de novo uma mulher com sutiã grená, polindo os dentes sem pressa e desenhando a boca em coração. Basta, nem eu só respondo pela fome do mundo, e vou certificar-me: se ainda me olham duas vezes, se ainda intimido, se pelo que amo ainda faço a face dos homens abrandada e ansiosa. Enquanto dura a trégua, vou guerrear.**"
É isso! Que tudo dê certo na minha simples e fofa vida. Que eu tenha aprendido bastante nos últimos dias e que eu consiga ensinar e aplicar bem nessa nova fase da minha vida.
Eu amo minha mãezinha e sempre a amarei do mesmo modo!
Que saudade!!!!
*Blog Oceano de Dentro, Mar de Mim
**Da Super Adélia Prado.
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